O título é uma referência ao grande e idolatrado
Jorge Loredo,
autor do personagem Zé Bonitinho, perigote das mulheres!
Agora, mudando de cego pra águia, vai um pequeno tostão... do meu ser, e também do meu estar. Aqui, pelo menos.
Sou estudante do último semestre do curso de Engenharia de Telecomunicações, em poucos meses estarei disvinculado da vida acadêmica*. Curto muito minha área de atuação, da lógica e da sistemática que está envolvida, e muitas vezes enxergo as coisas
com suas intricadas redes por gostar muito do que estudo; vivo o sentido de ser engenheiro.
Do outro lado, sou feliz com minhas conquistas afetivas, tenho
uma família que amo, tenho uma pessoa que me acompanha, que me equilibra e que é minha motivação diária. E sou músico. Ou tento. Escrevo muitas músicas, toco alguns instrumentos de princípio semelhantes como violão e baixo, arranho um bongô, mas principalmente toco guitarra. Tenho uma guitarra que gosto muito, nacional e
hand made, produzido por um
japa de respeito.
A idéia do tema conter o estéreo é justamente por isso.
Por isso o que, pô!?Por acreditar que tenho muito isso da duplicidade que o estéro tem.
Por acreditar que sempre enxerguei tudo em dois focos, por sempre ter um gosto duplicado**, normalmente seguindo por caminhos contrários e ao mesmo paralelos. Por acreditar que sempre fui e serei muito racional e emocional ao mesmo tempo. Por achar que isso é bom. E blog.
É isso, certamente. Eu acho.
* falta só TCC! Ueba!** Sem piadinhas, ok! No caso de compania, eu gosto é de mulher!